
Aqui houve uma vez uma casa. Aqui, onde hoje impera ruÃnas, quase nada, morou alguém. Alguém que tinha sonhos, esperanças, alguém que já morreu. Pereceu e junto com ele seus sinais, sua casa, seu poder, sonhos, esperanças. Ou desesperanças, ódios e desilusões. Ou ambos. Aqui morou e morreu alguém. Ambos. Ou não. A premência em saber não tem importância alguma. Há restos. As cinzas o vento levou. Aqui eu passo e passas. Amanhã já não passaremos.
Abril 28, 2004 Ã s 5:40 pm |
Grato pela visita.
A foto de Calhetas, eu a tirei há uns cinco anos.
Voltarei aqui mais vezes.
Abril 28, 2004 Ã s 9:01 pm |
Manoel, eu que agradeço a visita. E casa está sempre de portas abertas. É um prazer recebê-lo. r.